Vivemos num mundo onde a morte, a destruição e o aniquilamento nos cercam por todos os lados. Grande parte dos recursos da terra é a serviço da morte, as indústrias bélicas absorvem enormes quantias da renda de muitos países; economias inteiras dependem da sempre crescente produção de materiais letais; muitas universidades, institutos de pesquisas recebem apoio financeiro de fabricantes de armas, milhões de pessoas ganham a vida fabricando produtos que geram mortes, desagregação, pobreza, opressão, medo, deslocamento geográfico, luto, fortalecimento de poderes paralelos. 

As forças da morte são visíveis, não só na violência dentro de famílias e nos bairros, mas também no campo da diversão e entretenimento. Muitos esportes estão contaminados por um fascínio pela morte, a possibilidade de ferimentos graves e morte criam emoções incomuns. Filmes, séries de tv, romances e jogos exploram o fascínio das pessoas pela morte, o mundo é governado pelos poderes da morte, estes poderes querem todos os seres humanos a seu serviço. 

Jesus morreu, todos os poderes da morte o esmagaram, Ele foi destruído, mas a sua morte eliminou o poder da morte. Ele ressuscitou, os poderes da morte não foram páreo para o Senhor. O apóstolo Paulo fala sobre isso em 2 Timóteo 1:10: “….nosso Salvador Cristo Jesus não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho”. Aleluia, se você está em Cristo a morte não te “mata” mais, agora você é um missionário cristão vivendo como um instrumento de Deus combatendo os poderes da morte.

Como servos de Cristo não podemos compactuar com a violência em hipótese alguma, Jesus foi vítima de uma absurda violência institucional, os poderes da morte se uniram para acabar com a vida de um homem simples, esse poder maligno não teve a última palavra sobre Ele – Ele ressuscitou -, o amor venceu, o príncipe da Paz venceu o último inimigo a ser derrotado: a morte. 

Não esqueça: Somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou. A Deus toda Glória.

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